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Jaguar Magazine 03/017 – Brazilian Portuguese

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Wir geben Gas! In London sorgt Automobiljournalist Guy Bird im brandneuen E-PACE für Aufsehen und zeigt uns ganz nebenbei nahezu unentdeckte Tipps in der britischem Hauptstadt – seiner Heimat. Warum sich der Jaguar XE bestens als Grundlage für den leistungsstärksten Jaguar mit Straßenzulassung aller Zeiten – den XE SV Project 8 – geeignet hat, hat uns David Pook erklärt, Leiter der Special Vehicle Operations bei Jaguar Land Rover. Lesen Sie mehr in der aktuellen Ausgabe THE JAGUAR 03. 

O Clube do

O Clube do Jaguar PARA CORREDORES DISTINTOS ANDY WALLACE Para Andy Wallace, suas primeiras voltas num Jaguar XJR-9 no final dos anos oitenta foram uma revelação. O piloto britânico se tornaria mais tarde um dos melhores corredores de protótipos de carros esportivos TEXTO: GEOFF POULTON ILUSTRAÇÃO: MICHAEL DARLING Quando adolescente, Andy Wallace costumava levar três horas para pedalar até Silverstone. Nos finais de semana de corrida, ele fazia alguns sanduíches, pegava sua bike e partia da casa da família em Oxford pela manhã. “Invariavelmente, chovia muito, mas eu não ligava”, ele relembra. “Estar na pista era a única coisa que importava”. O pai de Andy o havia apresentado ao mundo das corridas muitos anos antes. Ele tinha dez anos de idade, os dois pegaram um ônibus para a França para assistir a corrida de 24 horas de Le Mans um circuito que mais tarde conquistaria um lugar especial em seu coração. Quando fez 15 anos, seus pais lhe presentearam com uma aula na Escola de Corrida Jim Russell e Andy ficou fascinado. Ele começou a planejar sua carreira na corrida, visando o pré-campeonato Formula Ford de 1974 como sua rota de entrada e trabalhando duro para que conseguisse comprar um carro. “Enquanto isso, eu ia a todas as corridas, observava os pilotos e anotava os tempos das voltas para que eu pudesse me preparar”, conta ele. Sua dedicação deu resultado. Em 1980, aos 19 anos de idade, Andy ganhou o campeonato em sua temporada de estreia. Progrediu nos rankings da Formula Ford, antes de ganhar o 3° lugar na Formula Inglesa em 1986. “O próximo passo na lógica era a F1”, ele conta. “Me ofereceram dois carros, mas eu não tinha condições financeiras para aceitar. Eu precisaria conseguir 0.000.” Sem saída e após ganhar o Grand Prix F3 de Macau de 1986, Andy foi falar com o piloto holandês Jan Lammers. Jan estava pronto para se juntar à equipe TWR-Jaguar na próxima temporada e mencionou que eles precisavam de outro piloto para a Le Mans. Será que Andy estava interessado? “Claro que eu estava interessado, por isso fui fazer alguns testes. A primeira vez em que entrei no XJR-9 foi absolutamente aterrorizante. Eu estava acostumado a pilotar a 260 km/h. A 320 km/h já são outros quinhentos e ao atingir 386 km/h, tudo muda completamente de novo. Após correr em monopostos, o XJR-9 parecia grande e confinado. A sensação era a de estar sentado num míssil”. Mas logo Andy se adaptou e sua velocidade e consistência convenceram a equipe. Apesar de ter apenas três corridas para se preparar, Andy, Jan e Johnny Dumfries pilotaram o XJR-9 de 7.0 litros até a vitória em Le Mans em 1988 a primeira vitória da Jaguar desde 1957. “A sensação de ganhar foi estranha, pois eu estava exausto. Levou um tempo até cair a ficha”, afirmou ele modestamente. Andy conquistaria o posto de melhor piloto de carros esportivos do mundo. Dois anos depois, ele venceu as 24 Horas de Daytona num Jaguar XJR-12D, a primeira de três vitórias lá. E venceu também duas vezes nas 12 Horas de Sebring. Atualmente, o Inglês é o principal piloto de testes da Jaguar Land Rover Classic. Ele testa vários modelos clássicos, antes de transmitir o que sabe a seus novos proprietários. “É uma honra colocar modelos como o E-Type e o XKSS à prova, e é bem diferente de pilotar carros modernos.” Isso quer dizer que seu instinto de correr está mais suave? “Ah, não,” diz ele rindo e nos conta que venceu na sua categoria no ano passado na Le Mans Classic pilotando um D-Type. “O instinto é algo que nunca se perde.” s 78 THE JAGUAR

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